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Assistimos o primeiro DVD de Heloisa Rosa - Ao vivo em São Paulo. Confira nossa opinião

"Com aproximadamente 12 milhões de habitantes, a cidade de São Paulo é um retrato da humanidade plural e relativista que caracteriza os dias de hoje. A vida na metrópole, agitada e imersa em uma infinidade de problemas sociais, induz o ser humano a caminhar distraído e sem rumo, afastando-se cada vez mais de seu criador".
O conceito do último DVD de Heloisa Rosa, contido no encarte do disco, resume claramente toda a causa acerca do disco. E mais: Reafirma o cuidado e legitimidade da obra, que sem dúvida é um dos melhores álbuns ao vivo dos últimos anos.
A missão, claramente não era fácil. Heloisa, com dez anos de carreira, amadureceu bastante como artista, e refletir este trajeto em um único trabalho foi uma tarefa complexa. Por isso, a escolha de Hugo Pessoa na direção foi um acerto claro.
Hugo Pessoa conseguiu assimilar com destreza a proposta mais adequada para uma gravação de Heloisa Rosa e optou pelo Teatro Bradesco, local propício para um registro intimista e que refletisse a mensagem por trás do álbum.
Utilizar os quatro CDs lançados, entrelaçados, revelou uma mensagem maior, como um quebra-cabeça completo. A trajetória de criação do homem, a queda e a redenção são bem exploradas em novas roupagens de antigos sucessos, sob a produção musical de Jr. Finnis.
Heloisa, por sua vez, é a Heloisa Rosa de sempre. O projeto, positivamente, não se propôs em transformar a imagem da cantora em algo que lhe tirasse a simplicidade construída ao longo dos anos. A alternativa foi belas imagens, artisticamente gerenciadas por Marcos Olivio e o registro constante da banda que a acompanha, promovendo assim, um olhar mais coletivo da noite de gravação. Isso, sem dúvida, é uma escolha coerente para uma gravação intimista.
Ao Vivo em São Paulo, portanto, é o exemplo claro de que megaproduções não são o único caminho para um bom disco. Simples, maduro e criativo, é assim que se apresenta, como Heloisa já nos acostumou através de lançamentos anteriores.
O conceito do último DVD de Heloisa Rosa, contido no encarte do disco, resume claramente toda a causa acerca do disco. E mais: Reafirma o cuidado e legitimidade da obra, que sem dúvida é um dos melhores álbuns ao vivo dos últimos anos.
A missão, claramente não era fácil. Heloisa, com dez anos de carreira, amadureceu bastante como artista, e refletir este trajeto em um único trabalho foi uma tarefa complexa. Por isso, a escolha de Hugo Pessoa na direção foi um acerto claro.
Hugo Pessoa conseguiu assimilar com destreza a proposta mais adequada para uma gravação de Heloisa Rosa e optou pelo Teatro Bradesco, local propício para um registro intimista e que refletisse a mensagem por trás do álbum.
Utilizar os quatro CDs lançados, entrelaçados, revelou uma mensagem maior, como um quebra-cabeça completo. A trajetória de criação do homem, a queda e a redenção são bem exploradas em novas roupagens de antigos sucessos, sob a produção musical de Jr. Finnis.
Heloisa, por sua vez, é a Heloisa Rosa de sempre. O projeto, positivamente, não se propôs em transformar a imagem da cantora em algo que lhe tirasse a simplicidade construída ao longo dos anos. A alternativa foi belas imagens, artisticamente gerenciadas por Marcos Olivio e o registro constante da banda que a acompanha, promovendo assim, um olhar mais coletivo da noite de gravação. Isso, sem dúvida, é uma escolha coerente para uma gravação intimista.
Ao Vivo em São Paulo, portanto, é o exemplo claro de que megaproduções não são o único caminho para um bom disco. Simples, maduro e criativo, é assim que se apresenta, como Heloisa já nos acostumou através de lançamentos anteriores.
Ouças as músicas e saiba mais sobre: Heloisa Rosa
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Tiago Abreu
Jornalista formado pela Universidade Federal de Goiás (UFG), escreveu para o Super Gospel entre 2011 a 2019. É autor de várias resenhas críticas, artigos, notícias e entrevistas publicadas no portal, incluindo temas de atualidade e historiografia musical.
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